A história da cerimônia do casamento.
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| Casamento da Viviane e Frederico... |
A
cerimonia de casamento, com noiva e culto religioso, nasceu na Roma
antiga. Não se sabe ao certo em que ano, mas vêm de lá as primeiras notícias
de mulheres vestirem-se especialmente para a ocasião. Prendiam flores
brancas (símbolo de felicidade e longa vida) e ramos de espinheiro
(afasta os maus espíritos) aos cabelos, além de se perfumarem com ervas
aromáticas. Virou tradição. Desde então, o figurino da noiva ganhou
novos símbolos, entre eles o véu, uma referência à deusa Vesta (da
honestidade), que na mitologia greco-romana era a protetora do lar. Não
é por acaso que a cerimônia de casamento tenha nascido em Roma. Avançados
para sua época, foram os romanos os primeiros a propor uma união
"de direito", instituindo a monogamia e a liberdade da noiva se
casar espontaneamente, diante de juízes, testemunhas e com as garantias
da lei.
Durante
a Idade Média, as mulheres perderam terreno e escolher o noivo passou a
ser uma questão de família. O casamento da época era decidido quando a
menina tinha entre três e cinco anos. Neste período, o noivado tornou-se
mais importante reunindo na igreja, além dos noivos, pais e convidados
para troca de alianças em ofício religioso. Um embrião dos casamentos
atuais.
Na
era medieval, o vermelho foi a cor nupcial preferida. Simbolizava
"sangue novo" para a continuação da família e numa celebração
acompanhada de muito ouro.
Mas foi uma rainha, de nome Vitória, que na
Inglaterra inaugurou o primeiro visual noiva, tal qual o de hoje.
Apaixonada pelo primo, o príncipe Albert de Saxe-Cobourg-Gotha, ela tomou
a iniciativa de pedi-lo em casamento (o protocolo de época dizia que
ninguém poderia fazer tal pedido a uma rainha). Ele aceitou. Foi a
primeira vez que se teve notícias de alguém casar por amor. Vitória foi
mais ousada: acrescentou ao seu traje nupcial algo proibido para uma
rainha da época - um véu (para provar sua identidade, em público, a
soberana jamais se cobria). Nascia aí um costume que atravessaria o tempo
e daria a Vitória o reconhecimento de trazer para a nossa época o amor,
como sentimento básico para unir um homem e uma mulher. Com a chegada de
uma nova classe social - a dos burgueses -, cria-se um código para
sinalizar quando a mulher era virgem: casar de branco. Era a garantia ao
futuro marido de sua descendência, já que a virgindade significava a
legitimidade da prole.
Nos tempos atuais, o branco é usado para simbolizar a tradição e diferenciar a noiva dos demais convidados... Mas o casamento ainda continua a me emocionar...
Neste casamento da foto acima, o noivo Frederico dedicou a noiva Viviane um lindo poema, onde ele mesmo escreveu para sua musa! Final da história... todos deixaram escapar lagrimas...
Uma cerimônia de muita emoção e bom gosto! Um casamento moderno, como os noivos, em questão. Felicidades ao novo casal e muita alegria, viagens, aventuras...

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